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quarta-feira, 6 de julho de 2016

Flaviola e o Bando do Sol - Flaviola e o Bando do Sol (1974)

Melancólico, poético, psicodélico: mais outras dezenas de adjetivos pode se atribuir a este maravilhoso álbum gravado em 1974 na cidade de Pernambuco, que conta com participação do gênio Lula Cortes, Zé da Flauta, Robertinho do Recife e Pablo Raphael, músicos não muito conhecidos, mas importantes na cena do Nordeste psicodélico. Lançado em poucas cópias pelo selo solar, o músico Flaviola trouxe um som inovador na música nacional, fundindo um folk acústico brasileirado, a um experimentalismo um tanto "lisérgico", que originou assim uma verdadeira pérola, infelizmente obscura, hoje muito rara.
Criatividade era o que não faltava a Flávio Lira, ou Flaviola. Belíssimas letras compõem o disco, algumas extraídas de poetas como Garcia Lorca, até mesmo a Peça de Hamlet, Shakespeare.
Um álbum que estava devendo já há um tempo aqui no blog. Enfim: uma boa viagem a todos!

Interest in Brazil’s 1960s/1970s music scene is pretty much dominated by Tropicalia these days, but behind this popular front lay a bevy of fantastic psychedelic rock albums that don’t otherwise fit in with the kaleidoscopic coastal sounds of folks like Caetano Veloso, Gal Costa or Os Mutantes. One of these is the self-titled release by Flaviola e o Bando do Sol, an ethereal slice of psychedelic folk music put together by many of the same cats who made Lula Côrtes and Zé Ramalho’s Paêbirú such an enduring classic.
There is a lazy, mellow vibe to the proceedings here that really puts you in a midnight, beach campfire vibe, with jangling acoustic guitars and wispy flashes of percussion bedding Flaviola’s warm, reassuring vocals. Flute, dulcimer, and what sounds like a harp also make appearances here, as well as several other instruments that sound distinctly Brazilian, though I’ll be damned if I can name them. The rare, rapid-fire semi-electric number “Asas” and the catchy “Balalaica” are definitely the numbers to play to Tropicalia fans, featuring the record’s most energetic rhythms, with Flaviola and friends cheerily chanting out the title on the latter (whether or not the song actually makes use of a Russian balalaika I have no idea). Slower pieces like “Noite” and the autoharp punctuated “Canção de Outono” are more personal numbers, with sleepy sways to them and delicate finger picking.
The record is pretty short, at just under half an hour long, so I’ll keep the review short in turn. After all, this isn’t exactly an album that you can say very much about, as it’s more about the magic of hearing all these simple acoustic sounds come together – there is nothing shocking or avant-garde here, simply beautiful music that is bound to stick with you long after the needle’s been lifted. British-based reissue label Mister Bongo has done us all a favor by repressing this one on 180 gram vinyl, though if that’s not your thing (and it should be) then they also have copies on compact disc. Don’t miss this one.



domingo, 10 de janeiro de 2016

Terreno Baldio - Terreno Baldio (1976)

Terreno Baldio, muito conhecidos como "o gentle Giant brasileiro" é uma das bandas mais importantes do rock progressivo nacional. Estreiam em 76 com o lançamento de seu primeiro disco, saindo em 3000 cópias pela gravadora pirata, hoje considerado raridade entre colecionadores, e relançado em 80. A banda traz 2 álbuns de estúdio gravados + uma edição de seu primeiro disco, numa versão em inglês, para o projeto Progressive Rock Worldwine.
Impressionam pela complexidade na parte instrumental.

Terreno Baldio (1976)


Além Das Lendas Brasileiras (1977)


Terreno Baldio (versão inglês)




sábado, 9 de janeiro de 2016

Assim Assado - Assim Assado (1974)



Muito influenciado pelos secos e molhados, tanto na nome quanto pela capa, de seu único álbum lançado em 74, Assim Assado foi uma banda que permaneceu na obscuridade das bandas de progressivo no Brasil. Liderada pelo ex-vocalista dos brazões, O disco conta com ótimas músicas, que mesclam prog e samba, recheado de ritmos nacionais. Bons sintetizadores que chegam a lembrar O Som Nosso De Cada Dia. O instrumental é bem construído e as letras bem bonitas. Vale a pena escutar!


quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

O Jardim Das Borboletas - O Jardim Das Borboletas (1972)

Esta foi uma fantasia infantil dirigida por José Aldrer, que seria uma peça de teatro para crianças, exibido também na televisão na época. O álbum seria a trilha sonora das apresentações, gravado por grandes nomes da música nacional, sendo eles: Taiguara, Eduardo Souto, Zé Rodrix, Jorge Omar e Paulo Imperial. Quem aprecia a música brasileira, que volte a ser criança ao curtir este disco, que  apesar da temática infantil, conta com bonitas músicas bem elaboradas.



quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Recordando O Vale Das Maçãs - As Crianças da Nova Floresta (1977)




As pessoas tendem a gostar de músicas que são fáceis de assimilar, o mercado que se criou envolta disto é um dos motivos da atual escassez de bandas "incríveis" como todos comentam o quanto existiam antigamente. O estilo deste álbum é o Rock Progressivo, um estilo muito desconhecido das pessoas, principalmente brasileiros. O movimento de Rock Progressivo aqui no Brasil foi, desde o seu começo, muito underground e nunca uma banda deste estilo chegou ao mainstream. Este é uma das que ficou neste submundo, mesmo sendo um disco lindo e passa uma visão hippie da vida, família e paz. Escute delicia do RockProg nacional.

01 - ranchos, filhos e mulher
02 - besteira
03 - olhar de um louco
04 - raio de sol
05 - as crianças da nova floresta
06 - sorriso de verão
07 - flores na estrada


Discografia:
1977 - As Crianças da Nova Floresta
1982 - "Sorriso de Verão/Flores na Estrada" (Compacto)
1986 - Himalaia - Fernando Pacheco com Recordando o Vale das Maçãs
1993 - As Crianças da Nova Floresta II
1999 - Himalaia II
2001 - 1977-1982 (remasterização do LP “As Crianças da Nova Floresta” mais as composições do compacto “Sorriso de Verão”)
2006 - Spirals Of Time (lançado sob o nome G.A.L.F., porém com a formação do RVM de 2004/2006)
2015 - Recordando o Vale das Maçãs - 40 Anos