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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

The Move

The Move foi uma  das bandas mais importantes do cenário de rock psicodélico inglês, fundada em 1966, na cidade de Birmighan, liderada por Roy Wood (que posteriormente entraria para o Eletric Light Orchestra), lançou 5 álbuns de estúdio e alguns compactos, que marcaram as paradas inglesas na época.
A banda começou a fazer sucesso após conseguir contrato com Tony Secunda, famoso empresário, que trabalhou com bandas como The Moody Blues, Procol Harum, T. Rex. Secunda ajudou a banda promovendo shows e fez com que gravassem seu primeiro compacto, Night Of Fear, fazendo com que a banda ganhasse grande destaque.
Destaque ganharam, talvez de uma forma um tanto quanto exagerada, após o lançamento do compacto Flowers In The Rain, do qual, Secunda mandou fazer um cartão postal com uma foto do primeiro ministro da Grã-Bretanha, Harold Wilson, com uma mulher na cama, que estaria supostamente tendo um caso. O que levou a um processo, com a banda tendo que dar todos os royalties ganhados com música para a caridade.
É lançado o seu primeiro álbum, intitulado, que ficaria na 15º posição das paradas no Reino Unido, que seria o único registro da banda com a sua formação clássica.

The Move

 

Shazan



Message From The Country


Para Luiza.

Looking On


The Best Of The Move (1968 - 1970)


Something Else From The Move


California Man


The Best Of The Move (1968 - 1972)


Anthology 1966 - 1972


Coulour Me Rare


sábado, 6 de fevereiro de 2016

The Artwoods

The Artwoods, fundada 1963 por Arthur Wood, que seria irmão de Ronnie Wood (Rolling Stones), traz a banda que conta com a presença do lendário Jon Lord antes de fundar o Deep Purple.
Foi uma das mais influentes bandas do movimento mod na Inglaterra, apesar de serem relativamente desconhecidos.
 Na época, sua popularidade era grande, porém nem tanto nas vendas, o que faz com que este disco atualmente seja uma pérola para colecionadores do gênero.
Lançaram apenas 1 de estúdio, mas ainda assim, há estas bootlegs e outros B-Sides.

Art Gallery (1965)


Live In Wales (1964)


Live Funny Parc Denmark (1967)


Oxford Street (1983)


Singles A's & B's



sábado, 16 de janeiro de 2016

Jacula - In Cauda Semper Stat Venenum (1969)



 Jacula é uma banda italiana formada em 1969 como um experimento de Antonio Bartoccetti, Doris Norton (também conhecido como Fiamma Dello Spirito), o organista Charles Tiring e o médium Franz Porthenzy. A banda foi considerada inovadora até mesmo na cena progressiva, com um som bastante peculiar, se distinguindo bastante de bandas como Yes, King Crimson e Jethro Tull. E é só ouvir os primeiros segundo de “Ritus”, a primeira faixa do álbum, que já podemos entender o porquê da peculiaridade.
 O álbum inteiro é dominado pelos sons incessantes do órgão e de vez quando aparecendo uma guitarra cortante e uma bateria que a acompanha. O que certamente faria com que o álbum caísse muito bem numa trilha sonora de qualquer que seja o filme de terror. Na faixa “Ritus” essas características prevalecem, além de um looping insistente de sintetizador. A próxima faixa é “Magister Dixit”, que abre com uma voz sepulcral recitando o nome da canção por três vezes. Após isso temos dois minutos de puro órgão. Em seguida entra a voz que abriu a música e narra algo em latim, depois disso volta-se para o som do órgão e dos efeitos sonoros de uma nevasca. Depois a narração em latim volta mais uma vez e depois que se acaba podemos ouvir a bateria. Após várias batidas no bumbo (acompanhados do órgão), temos um furioso solo de guitarra, certamente um dos pontos mais altos do álbum. Após o solo volta o bumbo e segue assim até o fim da faixa.
“Triumphatus Sad” começa com uma furiosa guitarra e um som de bateria bastante abafado e pesado. Nesta faixa o órgão só aparece aos 40 segundos, junto a várias batidas nos pratos da bateria. Há uma voz que diz “Triumphatus Sad” em vários momentos da música. Nesta faixa o que prevalece é a guitarra, o que a torna outro ponto alto do álbum, embora a mesma pareça ser sem rumo, “perdida”.
 “Veneficium” é a faixa mais curta do álbum, embora seja bastante interessante. Ela abre com vários efeitos sonoros e o mesmo som de nevasca que há em “Magister Dixit”. Alguns segundos após é a vez da guitarra entrar acompanhada da bateria, fazendo um som bastante pesado, acompanhado do som do que parece ser um piano, ou outro instrumento modulando um.
 Em seguida vem a música que dá título ao álbum, e, pessoalmente, a acho a mais macabra do álbum. Ela começa com um som mórbido e bastante grave, que dá entrada para uma breve narração do latim que apareceu durante todo o álbum. Após isso, entra o órgão e outros efeitos sonoros. Aos 2:29 há uma leve quebra do ritmo e a narração volta, mas isso só dura por alguns segundos, pois segundos após, volta-se ao órgão acompanhado do bumbo da bateria ao fundo. Como sempre, aqui ele também aparece abafado e pesado. Aos 5:00 a guitarra aparece e a acompanhando, temos o órgão de sempre, só que desta vez ele é tocado mais animadamente e de modo menos macabro, embora a guitarra e a bateria assumam o papel de manter o clima tenebroso da música. Perto dos 7:00 volta-se a narração em latim. Aos 9:00 a guitarra aparece junto a bateria para acompanhar a narração rumo ao fim da canção e do álbum
“Initiatio” começa com o famoso som de nevasca e uma voz que aparenta ser feminina que canta o nome da música na introdução e durante todo resto da música a mesma voz canta vários “Oohs” enquanto uma bateria bastante abafada e pesada insiste em acompanha-la. E é só isso o que há na música, até o seu final, aos 6:48 de duração que termina ao som da nevasca que apareceu na introdução.
 Certamente ouvir esse álbum sempre será uma experiência bastante interessante, às vezes podendo ser assustadora e em outras vezes até mesmo divertida. Mas o que se pode afirmar com bastante certeza é que esse álbum nos faz lembrar o clima “doom” posteriormente adotado por bandas como Black Sabbath, e mais tarde ao clima “gothic”, adotado pelo Type O Negative. Uma coincidência é que as duas faixas mais longas do álbum, “Magister Dixit” e “In Cauda Semper Stat Venenum” são também as mais macabras. Um álbum de difícil rotulação, que é para ser ouvido nos fones de ouvidos, num ambiente sem influências externas. Quanto a luz apagada, a escolha é sua.

Resenha por: Jean Carlos.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

St. John Green - St. John Green (1968)

Este é com certeza um dos discos mais ácidos de toda a psicodelia já lançada nos Estado Unidos.
Uma banda fundada numa faculdade no colorado, que lançou apenas este único raro disco.
Experimental, lisérgico. Tudo oque há melhor nas bandas de rock sessentistas. Um ótimo disco para quem curte o gênero.


July - July (1969)

July foi uma rara banda inglesa de rock psicodélico , que lançou apenas esse álbum homônimo.Seu primeiro álbum saiu no mesmo ano (1968) e foi completamente ignorado por todos, exceto para alguns críticos, que o considerou um "desperdício de plástico". Eles se separaram logo após o lançamento. No entanto muitas das canções foram usadas mais tarde , e até saíram em uma compilação das 60 melhores bandas de rock psicodélico , e o próprio álbum foi re-emitido . Hoje ele é um dos álbuns psicodélicos undergrounds mais procurados de todos os tempos.





quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Golden Miles - Australian Progressive Rock (1969-1974)

Esta é uma coletânea de rock progressivo Australiano lançada em 1974, que reúne das mais obscuras e ótimas bandas, como Galadriel e Buffalo, tendo ao todo 174 minutos. Muito bom pra quem busca se aprofundar e conhecer o pouco explorado prog australiano. O paraíso das bandas de hard rock!


sábado, 9 de janeiro de 2016

Andwellas Dream

Banda formada na Irlanda em 1968, inicialmente chamando-se The Method. Um ano depois, com o lançamento de seu primeiro álbum Love and Poetry, torna-se Andwellas Dream, após mudarem-se para a Ingaletrra, (posteriormente, só Andwella). Presto aqui sua discografia de apenas 3 álbuns, do tradicional rock psicodélico da época. Em seu primeiro, disco contando com a presença de Bob Downes, famoso saxofonista e flautista de jazz. Apesar da qualidade de seus álbuns, todos foram fracassos de venda. Hoje, raridades bastante procuradas por colecionadores. Foram lançados outros 2 álbuns em 1971. Assim, encerrando a carreira da banda.

Love And Poetry


People's People


World Is And

sábado, 21 de novembro de 2015

Savage Resurrection - Savage Resurrection (1968)


Fundada em 1968, EUA - São Francisco, composta por jovens músicos, teve um ano de duração. Lançou apenas este único raro disco de rock psicodélico/ acid rock. lançado pela Mercury Records, produzido por Voco Kesh, que já havia trabalhado com outras bandas do gênero. Marcado com guitarras pesadas cheias de fuzz, linhas de baixo e bateria extraordinárias. contendo 10 excelentes faixas (+ 3 extras) do mais puro psyhc tradicional da época. A banda conta com a interessante presença de Randy Rammon (guiatarra base), que seria primo de Paul Whaley, baterista da banda Blue Cheer. Seus membros: Bill Happer (vocal), Randy Hammon (guitarra base), John Palmer (Guitarra solo), Steve Lage (baixo), Jeff Myer (bateria).




quinta-feira, 21 de maio de 2015

The Fool - The Fool (1969) [REPOST]


Rock psicodélico/ space rock/ folclórico da Holanda.
         No início, a dupla de artistas Simon Posthuma e Marijke Koger eram hippies viajantes que estabeleceram seu trabalho nas cidades de Madrid e Ibiza, na Espanha. Segundo fontes, em 1966 o fotógrafo Karl Ferris, famoso por ter registrado Jimi Hendrix, Donovan e outros, descobriu a dupla em meio a uma comunidade hippie em Ibiza. Surgiu então o convite para trabalharem em Londres e ambos toparam. Migraram da paradisíaca cidade espanhola com o objetivo de introduzir cores vibrantes no mundo cinzento de Londres.
           Posteriormente fizeram trabalhos artesanais para bandas como : The Beatles, Cream, The Hollies, Procol Harum e outras. Não só em suas roupas mas em seus intrumentos, capas de álbuns, decoração de objetos e cenários . Também lançaram o próprio disco homônimo The Fool, em 1968.
          Marijke Koger era uma leitora de tarô, o que explica o nome para o coletivo. The Fool (que em português significa O Louco) é a carta de número zero do baralho mântico. A carta simboliza o estágio inicial da vida, um estado de completude ingênua e por isso corajosa, que segue seu caminho sem medo, desconfiança ou temendo consequências. Tudo a ver com o espírito hippie.


domingo, 17 de maio de 2015

Arzarchel - Arzarchel (1969) [REPOST]

Resultado de imagem para arzachel band

É difícil conter o corpo diante de uma obra tão emblemática e hipnotizante. Ao apertar "Play" nessa belezinha você é lançado para um mundo de devaneios e sensações, como se fosse uma droga auditiva que entranha em seu cérebro e possui o seu corpo, te transportando para o final da década de sessenta. Tudo começou quando dois jovens se encontraram na sala de matemática da City of London School. Rapidamente encontraram eco mutuo em seus gostos musicais e formaram o Uriel, que logo depois foi rebatizado para Arzachel. O mais interessante dessa magnífica obra de space rock é que ela foi gravada em uma única jam. Assim recorda Hillage sobre a gravação: “O disco foi gravado por diversão, na verdade. Alguém nos deu um dia de estúdio e nós simplesmente fizemos um disco psicodélico!”. Verdade ou não, o fato é que, se em um dia de estúdio foram os músicos capazes de registrar essa avantesma obliteração sensorial, nem posso cavilar qual seria o hecatômbico resultado malgrado se houvesse mais tempo e suporte disponível.  Após o fim do Uriel/Arzachel, Steve Hillage iria compor uma das mais prolíficas formações do Gong e Dave Stewart, juntamente com os membros restantes, Hugo Montgomery Campbell e Clive Burks, formando o grande Egg.
Texto por: Angelo Gabriel.